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terça-feira, 30 de novembro de 2021

 Trabalhar atualidades nas aulas de Geografia, além de importante, é algo necessário INF>>

Fonte: brasilescola.uol.com.br

A abordagem de atualidades, por via dos media, nas aulas de Geografia é, para além de ser desafiante, central enquanto exercício de reflexão e alargamento de temas associados à vida em sociedade, bem como, ao espaço, no que refere à sua apropriação vs. integração.

Nesta dinâmica, centrada no enfoque de variáveis da Geografia Física e/ou Humana, importa fornecer aos alunos fontes credíveis de notícias que passam pelos telejornais na TV, jornais impressos, revistas e internet.

Será fulcral neste contexto “fornecer a cana e ensinar a pescar". Aqui serão diversas as técnicas que podem ser utilizadas, designadamente, ceder suportes documentais diversos (fotocópias de jornais, revistas, …) com comentários adicionais do docente, como forma de iniciar um espaço de opiniões dos intervenientes, suscitador de percursos investigativos; gerar espaço de debate sobre as atualidades visadas, com o objetivo de alargar o conhecimento através da reflexão individual e/ou coletiva, bem como, fomentar pesquisas adicionais; apresentar títulos de notícias e ou imagens alusivas, promovendo questionamento e leitura conjunta dos âmbitos pretendidos enquanto espaço de abordagem.

Trata-se assim de uma dinâmica de descoberta incessante, onde a realidade não pode ser esquecida, integrando-se o contexto científico do espaço da sala de aula, abrindo-o ao Mundo, local onde todos vivemos e interagimos.

José Carlos Costa (Coordenador do Projeto)

domingo, 21 de novembro de 2021

Grande parte da floresta portuguesa está nas mãos de proprietários privados INFO>>

                  

        “Não damos valor àquilo que a natureza nos dá e aquilo que ela produz”, afirma Joaquim Borges, um proprietário que vive e trabalha no montado alentejano. Tal como a sua propriedade, 97% dos espaços florestais portuguesas são propriedades privadas, assim, apenas 3% não estão na mão de privados.

Tiago Oliveira, da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, esclarece que a floresta atualmente existente tem que ser gerida de uma forma diferente, mais ativa, com maior frequência de limpeza das matas e dar rendimento ao proprietário para estes investirem.

         Os dados do ICNF, entre 1990 e 2020, indicam que os incêndios percorreram 3,9 milhões de hectares de vegetação, revelando ser mais do que toda a área atual de povoamentos florestais (3,2 milhões ha).

            As três maiores culturas da floresta portuguesa são, nomeadamente, o Eucalipto (845 mil ha), o Sobreiro (720 mil ha) e o Pinheiro bravo (713 mil ha), sendo a primeira, a que mais facilmente propaga os incêndios florestais em Portugal.

No contexto da notícia é ainda levantada uma problemática de que, apesar do país arder de uma forma menos frequente, se não existir limpeza de matas, quando ocorrerem incêndios, irá ser de um modo mais violento.

Ainda na peça visualizada, Francisco Ferreira, Associação Ambientalista Zero, afirma que o grande dilema que Portugal enfrenta é a lentidão sentida no desenvolvimento de uma floresta com uma área maior e com espécies mais diversificadas. Contudo, através do programa europeu REACT-EU – Resiliência dos Territórios face ao Risco, o governo português anunciou que irão ser investidos 45 milhões de euros para florestar o país até ao fim do ano 2023.

       Na minha opinião, é importante uma maior vigilância e limpeza das matas para que não aconteçam desastres que destruam parte da floresta portuguesa e com isso, ocorram perdas de vidas humanas e de biodiversidade, de recursos naturais de elevada importância socioeconómica, edifícios e infraestruturas. O programa REACT-EU é bastante importante, pois investir na floresta portuguesa nunca é demais, contudo, se forem plantados eucaliptos ou pinheiros, devido à sua importância economia e rápido crescimento, os riscos associados aos incêndios originarão um evidente desperdício de dinheiro, pois as problemáticas continuaram a existir. Sendo assim, devem ser implementadas medidas, como a redução gradual e o correto ordenamento florestal das monoculturas de eucalipto ou de resinosas como o Pinus pinaster.

 Leonor Silva, 13 - 11E1

quinta-feira, 11 de novembro de 2021

Dinamizar o blogue vs. âmbitos de abordagem

Fonte: Giphy. com

O Geoatualidades de lá e de cá surge da necessidade de criar um espaço demonstrativo do carácter utilitário das temáticas geográficas abordadas em espaço escolar e os ecos sentidos no diário das populações.

Torna-se assim importante articular estes contextos e, nesse sentido, direcionar os alunos para uma observação atenta do que a imprensa escrita reporta sobre temáticas abordadas em sala de aula.

Da leitura das diversas notícias e reflexão sobre as mesmas, estabelecem-se reforços do saber temático, maturando-se ideias e conhecimentos, bem como, explorando-se mais um canal de aprendizagem, se desenvolvem competências de pesquisa, neste caso em contexto TIC.

O desafio do projeto passa por tentar estreitar a relação espaço aula e a realidade noticiosa, aproximando os alunos de um contexto pouco explorado, ao mesmo tempo que se valida uma ação mais prática e interventiva, onde cada um, se esforça em deixar, com o seu contributo, um caminho a seguir, designadamente, ser um agente informativo ativo.

A realidade noticiosa é um importante meio de correlação de informações que, baseada na verdade, sabemos ser um excelente espaço de ensino e aprendizagem e à qual se deve recorrer para, na prática diária, se concretizar os ensinamentos e coadjuvar as aprendizagens.

Este é o desafio inicial do Projeto e para o qual se esperam os contributos.

Porém, numa segunda linha de atuação, neste blogue, embora tenha a sua ação centrada no grupo disciplinar 420 - Geografia, é um espaço onde se equacionam contributos múltiplos, visando a ação dos professores/alunos que trabalhem com âmbitos geográficospelo que, pretendendo-se uma dinâmica colaborativa alargada, poderão fazer chegar as suas propostas através do seguinte endereço eletrónico geoatualidades@aescas.net .

José Carlos Costa (Coordenador do Projeto)

quinta-feira, 4 de novembro de 2021

 O impacto dos fertilizantes agrícolas >>INFO

Fonte: Lusa In visão.sapo.pt

A associação ambientalista Zero afirmou que a poluição do solo e da água tem vindo a aumentar, agravada pela prática intensiva da agricultura. Esta situação acontece pela utilização de fertilizantes minerais, como azoto e fósforo, na agricultura em Portugal. Segundo o Instituto Nacional de Estatísticas (INE), o país tem vindo a aumentar o uso destes fertilizantes, criando uma maior dependência de matérias-primas não renováveis, apesar de o aumento ser mais significativo na União Europeia.

A Zero alerta que a elevada presença de azoto no solo interfere negativamente na circulação da água, bem como, com a emissão de amoníaco e óxido nitroso, influi mais no efeito de estufa do que o CO2. Já o fósforo pode ser responsável por eutrofização das águas.

Igualmente, concluiu que grande parte dos resíduos orgânicos domésticos acaba no aterro, e estimou que são desperdiçados milhões de euros em nutrientes, que poderiam ser devolvidos aos sistemas agrícolas. Esta associação, pretende que o país faça uma “modernização sustentável da produção alimentar”, eliminando a utilização exagerada dos minerais químicos que são uma das causas para o aumento da poluição.

Na minha opinião, a agricultura intensiva apesar de ser vantajosa a nível económico, pois ajuda na competitividade dos mercados e na balança comercial, não deixa de criar diversos problemas ambientais, como por exemplo, a diminuição da biodiversidade e o empobrecimento dos solos. Assim, defendo que estes problemas têm de ser travados por políticas de sustentabilidade para que Portugal obtenha um decréscimo da poluição causada pelo uso excessivo de fertilizantes químicos.

                                                                                             Catarina Azevedo, 05 - 11E1

Segundo satélite português lançado para o espaço INFO 1>>     INFO 2>> Portugal através da Agência Espacial Europeia (ESA - Eu...