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terça-feira, 21 de dezembro de 2021

Solstício de 21 de dezembro, às 15h59min, inicia-se o inverno no hemisfério Norte ...

Fonte: Google.com e meu-paraiso-das-gifs.blogspot.com
José Carlos Costa



domingo, 19 de dezembro de 2021

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

 Ministra da Agricultura nega falta de trabalhadores e fala em necessidades pontuais INFO >>

Fonte: cmjornal.pt

Maria do Céu Antunes, ministra da Agricultura, no parlamento, embora admitindo saber de casos pontuais regionalmente, supridos com mão de obra temporária (como no caso da castanha), defendeu desconhecer a existência da "necessidade efetiva" de mão-de-obra agrícola, bem como disse que o facto de ocorrerem "poucas atividades mecanizadas", é importante considerar um modelo que inclua a mecanização, equilibrando-a com o uso de mão-de-obra.

Na minha opinião, Portugal necessita de mão de obra na agricultura em geral, não só na apanha da castanha como refere a Ministra, sobretudo mão de obra jovem e qualificada pois globalmente, esta é envelhecida e pouco qualificada.

Ao aumentarmos a mão de obra agrícola, tanto em número como em qualidade e ao apostar-se nas inovações tecnológicas, criam-se novos empregos e com isso, diminui-se a taxa de desemprego e aumentar-se-á a produção.

Deste modo, o país valorizará o seu autoaprovisionamento/autossuficiência e passa a ter, possivelmente, uma menor dependência externa e assim permite uma balança comercial mais favorável, uma vez que diminui as importações. Isto contribui para a criação de riqueza que pode ser investida em setores do país que estão menos desenvolvidos.

Diogo Domingues, 07 - 11E1

 “Consegue imaginar como alguns lugares vão ser afetados pelas alterações climáticas?” INFO >>

                                ATUALMENTE                                                 FUTURO

Cidade de Nova Iorque (EUA)
Floresta Amazónia (Brasil)

Antártida

Fonte: Greensavers.sapo.pt

Com as alterações climáticas, têm-se elevado as temperaturas, o que modifica diariamente a superfície terrestre. Estas alterações não são logo visíveis, podendo demorar vários anos até serem notadas. 

Se nada for feito para evitar este problema, alguns espaços do planeta, como a Antártida, também conhecido por continente branco, desaparecerão gradualmente por submersão

Como podemos observar nas imagens (de satélite e projeção do futuro), poderemos perder o terceiro menor continente terrestre, pois, com a fusão do gelo, ocorrerá a subida do nível médio das águas do oceano Glacial Antártico (Austral), submergindo-o.

Na minha opinião, temos de controlar e reduzir estas alterações climáticas, condicionando os fatores humanos (antrópicos) que o causam, já que atualmente ainda é possível reverter o impacto desta situação, o que não será possível daqui a alguns anos. Devemos parar de poluir e maltratar o ambiente, utilizando meios mais ecológicos em vez de plástico, por exemplo. Temos de o fazer agora, já que o tempo é limitado. 

Joana Branco, 11 - 7B

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

 Portugal e Grécia vão assinar acordo na área da proteção civil INFO >>

Fonte: Observador.pt

Em 23 de novembro de 2021, o então Ministro da Administração Interna de Portugal, Eduardo Cabrita e o Ministro da Crise Climática e Proteção Civil da Grécia, Christos Stylianides, anunciaram que irão assinar um acordo de cooperação na área da proteção civil, ao nível da prevenção e combate aos fogos florestais.

O nosso país tem interesse em fazê-lo com a Grécia e não com outro país, uma vez que ambos sofrem do mesmo infortúnio, os fogos florestais

A frequência/intensidade desta problemática, decorre da localização geográfica dos mesmos, encontrando-se assim mais sujeitos a desastres naturais por ação dos fatores climáticos mediterrânicos e onde ocorre “uma conjugação por vezes complexa entre áreas afetadas por incêndios florestais de grande dimensão  e [espaços] com uma presença turística significativa.

A vasta experiência de Portugal nesta luta (consequência dos incêndios florestais de 2017, principalmente o de Pedrogão Grande) é uma mais valia para a Grécia, pois poderá aprender os nossos métodos, bem como, com os gregos, fruto da sua vivência, disponibilizarem de técnicas até agora por nós desconhecidas, compartilhando-se assim know how no combate/prevenção da problemática, em contexto das estruturas nacionais de proteção civil.

Ademais, enquanto estratégia de esforço conjunto, ambos os países unir-se-ão diante a UE a fim de adquirirem mais meios aéreos (Canadair) destinados ao combate de incêndios florestais.

A meu ver, este acordo bilateral é extremamente necessário, já que, enquanto de espaço de cooperação internacional, ambas as partes beneficiarão de meios de combate, importantes na medida em que se diminuirão os incêndios e a área ardida, com reflexos óbvios na atuação dos bombeiros face aos fogos florestais, visto que terão muitos mais meios que os permitirão o exercício das suas funções de maneira menos arriscada, mais facilitada e com maior destreza. Além de que, estas ferramentas farão com que os fogos não se alastrem com tanta facilidade para terrenos vizinhos, minorando riscos e consequências negativas.


Inês Mendes, 12 11F

quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

12.ª edição do Fórum de Sustentabilidade da Navigator INFO>>
Fonte: Vida Rural.pt

A empresa da indústria do papel, The Navigator Company, cadeia industrial com maior valor acrescentado nacional, com complexos de produção em Cacia, Figueira da Foz, Setúbal e Vila Velha de Ródão, dedicada ao fabrico e comercialização de papel utilizando, essencialmente, o Eucalyptus globulus como matéria-prima, organizou no dia 19 de outubro, o seu 12.º fórum de sustentabilidade, no qual o tema escolhido para se abordar foi a "Proteção Dinâmica da Floresta".

Enquanto empresa, detentora de enormes áreas florestais, exploradas sob um código de gestão sustentável, inclui na sua dinâmica diversas áreas de preservação e conservação da biodiversidade. Além do mais, a companhia investiu 200 milhões de euros em projetos relacionados com a energia, sendo o maior produtor nacional de energia elétrica verde, e 3,4 milhões na prevenção e combate aos incêndios. VER »»

Assim, o fórum surge com o intuito de responder ao problema: como explorar o território de forma sustentável sem que essa ocupação prejudique os espaços florestais.

Esse evento teve lugar em Torres Vedras por mérito do seu papel na proteção da floresta face aos incêndios e da sua notável gestão da área da Paisagem Protegida Locais das Serras do Socorro e Archeira.

O key note speeker escolhido foi Marc Palahí, diretor do European Forest Institute – organização internacional, de 29 países membros europeus, que proporciona dados de pesquisas florestais e apoio político neste tipo de questões.

As temáticas debatidas foram: “Boas Práticas de Gestão Integrada da Paisagem” e o “Valor Económico como Pilar da Proteção da Floresta”, nas quais se abordaram: a proteção e valorização da floresta; o valor da floresta a nível social, ambiental, cultural e económico; ocupação sustentável do território; a multiutilização dos solos.

Do meu ponto de vista, esta conferência é de extrema importância, não só porque demonstra uma iniciativa por parte de uma empresa privada para melhorar as suas estratégias de exploração e valorizar ambientalmente a sua ação com ações concretas no âmbito florestal, bem como na implantação de produção energética verde, mas também por ser uma forma de consciencializar a opinião pública das problemáticas que os espaços florestais portugueses estão sujeitos e como estas devem ser urgentemente solucionadas.

Inês Mendes, 12 - 11F

  COP (28) Conferências das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática Fonte: 4returns.commonland.com Após a II Gu...