Portugal, um dos países
ibéricos (sudoeste da Europa), tem uma cultura rica e única, com cidades
animadas e belas paisagens. O país é detentor de uma excelente diversidade de
enquadramentos paisagísticos, resultante da distribuição longitudinal (norte-sul) da superfície (conferindo uma diversidade climática) e da presença de linha de costa ocidental e meridional, bem como de relevos de
média altitude a norte do rio Tejo e de extensas planuras a sul deste.
A proposta desta publicação passa
por articular a visualização paisagens nacionais com música relaxante,
permitindo a evasão e a curiosidade sobre o território nacional.
Boa viagem!
José Carlos Costa
quarta-feira, 27 de setembro de 2023
PROJETO GREEN CORK
Tratou-se de um projeto implementado desde 2008, da responsabilidade da associação ambientalista QUERCUS e que conta com a colaboração da Missão Continente e do Grupo Amorim.
No dia 9 de março do corrente ano foi publicada neste blogue a iniciativa e passou pela recolha de rolhas de cortiça e para este efeito, os alunos do 7º I, construíram nas aulas de Educação Visual o "Quim Rolhas", o ponto de recolha que esteve à entrada da biblioteca da escola e onde todos puderam depositar as rolhas.
Neste sentido, a 29/6 foi publicado que a nossa escola participou pela primeira vez neste projeto de grande interesse ecológico e cívico. Toda a comunidade escolar esteve de parabéns, uma vez que participou ativamente no projeto, permitindo a recolha de cerca de 31 Kg de rolhas de cortiça que correspondem a aproximadamente 7000 rolhas que foram entregues na "Missão Continente" e que, segundo o certificado hoje divulgado, permitiu financiar a floresta portuguesa com 104 árvores autótenes, bem como construir e recuperar rolhinhas.
Parabéns a todos os que permitiram tal iniciativa e tornar a nossa floresta mais rica.
David Sousa
José Carlos Costa
sexta-feira, 22 de setembro de 2023
Despedida do verão de 2023!
José Carlos Costa
quarta-feira, 20 de setembro de 2023
Ano letivo de 2023-2024
Novo ano se inicia e penso ser interessante partilhar a estatística do blogue desde a sua formação (set. 2021 a set. 2023).
Tivemos um total de 8.489 visitantes.
Fomos vistos em 18 países com acessos de 4 a 6890 e em 50 "Outros" tiveram acessos inferiores a 4. Assim, o blogue foi visto em 68 países.
Assim, apesar de 81 % dos acessos serem nacionais, 9% são internacionais, com 6% de Singapura, 5% da Alemanha, 2% dos E.U.A e do Brasil. Com valores inferiores a 1% temos o Canadá, o Reino Unido, a Índia e Rússia.
No que refere às mensagens mais vistas, segue-se a seguinte informação:
Com esta informação pretende perceber-se o alcance numérico e geográfico que este recente blogue tem, parabenizando todos os que nele contribuíram e incentivando a futuros colaboradores.
De acordo com a National Oceanic and Atmospheric
Administration (NOAA), sucedendo a La Niña, o El Niño está em curso e a evoluir espacialmente.
O El-Niño é
um fenómeno oceano-atmosférico que, ocorrendo de 5 em 5 anos, dá origem a um
irregular aquecimento das águas superficiais equatoriais do Pacífico oriental,
ou seja, junto à costa oeste da América do Sul. Este fenómeno interfere na
dinâmica climática local e mundial, bem como na circulação geral da atmosfera,
causando longos períodos (muito) secos com uma duração de 6 a 15 meses.
O fenómeno em causa ocorreu pela terceira vez nos
últimos 130 anos, mais concretamente em 2016 e deu origem ao período mais
quente que se conhece no planeta, pelo que acrescido do aumento de temperatura
provocado pelas alterações climáticas, poderá provocar novos recordes no
presente e no próximo ano, agravando o aquecimento médio global, que no limite
da sua ação poderá ser de 2ºC.
Assim, os cientistas esperam que tenha impacte significativo nas condições climáticas extremas no final do presente ano, e
sobretudo em 2024, incluindo ciclones tropicais, chuvas fortes na América do
Sul e secas na Austrália.
De facto, a perceção generalizada nos últimos anos de
mudanças climáticas provocadas, aumenta as preocupações das populações para o crescente
impacte (muito) negativo que este fenómeno pode provocar, pelo que se torna
importante estudar a sua periodicidade como forma de atuar preventivamente e
tentar precaver atuações que ajudem a diminuir esta problemática.
Numa altura em que a atenção do mundo está centrada em
problemas económicos e bélicos que assolam a humanidade, não podemos esquecer
que esta enfrenta uma outra “guerra” com o planeta e com o clima, mais uma vez
com acentuada influência antrópica, que assume cada vez mais contornos
catastróficos. É imperativo escutar os apelos da comunidade científica e
assumir comportamentos que ajudem a minimizar o impacte de fenómenos naturais
como os do El Niño.